Verde que te quero verde.Verde vento. Verdes ramas.
Verde que te quero verde
verde carne, tranças verdes,
ela sonha na água amarga.
Verde que te quero verde.
Que eu hoje estou a preto...
Parada. A inércia não sei se será sintoma se será estado permanente. Estou parada. E nestes dias mais mornos sinto o tempo quieto... como eu.
E estendo as pétalas que hoje me parece apetecer. Colho-as dos jardins e espalho-as pelo chão. Leves. Suaves. Simples como o teu sorriso e isso chega para acalmar os dias que se passeiam agitados e confusos. Chega para ser fim de tarde num dia de Verão. Quente. Seco.